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XVII Simpósio Baiano de Pesquisadoras/es Sobre Mulheres e Relações de Gênero

XVII Simpósio Baiano de Pesquisadoras/es Sobre Mulheres e Relações de Gênero, Estudos Feministas e de Gênero e as Matrizes de Desigualdades: sexismo, racismo e lesbo-homofobia

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Em 1995, reconhecendo a necessidade de estreitar os laços entre essas/es profissionais atuantes no Estado da Bahia e, assim, avaliar o ‘estado da arte’  no âmbito estadual, o Núcleo de Estudos Interdisciplinares sobre a Mulher - NEIM promoveu o I Simpósio Baiano de Pesquisadoras/es sobre Mulher e Relações de Gênero.Desde então, seguiram-se 16 edições anuais do evento até 2010. Para cada edição foi eleita uma temática guia específica, e foi-se reunindo, a cada ano, um número progressivamente maior de pesquisadoras/es e discentes de graduação e pós-graduação de diferentes universidades do estado, do país e também estrangeiras.O Simpósio consolidou-se como referência importante da agenda do campo de estudos feministas, de gênero e sobre as mulheres na Bahia como um todo. Sem dúvida, isso atesta o crescente interesse em torno da temática em questão no Estado. A partir desta edição, o Simpósio inaugura uma nova fase, tornando-se bianual, garantindo o espaço para  o debate e intercâmbio das/os pesquisadoras/es que vêm desenvolvendo estudos e pesquisas nesse campo na Bahia.

Nesta edição,o XVII Simpósio Baiano de Pesquisadoras/es sobre Mulheres e Relações de Gênero traz como tema  Os Estudos Feministas e de Gênero e as Matrizes da Desigualdade: Sexismo, Racismo e Lesbo-Homofobia.

Neste evento, o NEIM pretende, como já vem fazendo, reunir em um mesmo espaço a produção acadêmica local e nacional l sobre a temática feminista e de gênero e temas afins, na perspectiva de enfocar as desigualdades oriundas das articulações entre os marcadores de gênero, de classe, de raça/etnia, de geração, de sexualidade, de regionalidade, entre outros, ainda persistentes em nossa sociedade.

Situando a relevância e a oportunidade do debate sobre tais questões, cabe lembrar as preocupantes estatísticas que vêm sendo amplamente divulgadas pela mídia brasileira, em que o estado da Bahia ocupa posição destacada em relação à ocorrência de manifestações de preconceitos e de fatos delituosos declaradamente sexistas, racistas, homofóbicos ou geracionais, muitos dos quais expressam as marcas de todas essas desigualdades, em interface.

Dessa forma, esse Simpósio pretende ainda, não só divulgar a produção de conhecimento baiana, mas também facilitar os agenciamentos de novas pesquisas; propiciar novos intercâmbios entre professores, pesquisadores e estudantes de graduação e de pós-graduação; mas, sobretudo, se constituir num momento de formação sobre todos esses temas que, relacionados ao feminismo e, em mútuo entrelace, formam as matrizes de desigualdades que ora preocupam e desafiam o pensar e o agir da academia, de organismos governamentais e não governamentais e de movimentos feministas e de mulheres no mundo contemporâneo, notadamente no Bahia.

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