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Nem só, nem mal acompanhada.

Eliane Gonçalves, autora da tese de doutorado recém-defendida na Unicamp Vidas no singular: noções sobre ‘mulheres sós’ no Brasil contemporâneo, orientada pela Profa. Dra. Adriana Piscitelli, "contesta a idéia de que as mulheres estão sós porque esperam seu príncipe encantado, foram preteridas em função das mais jovens ou por motivos afins", afirmando que "há escolhas que elas vão fazendo ao longo da vida, como privilegiar a carreira para marcar seu lugar no mundo". Leia reportagem na Revista Pesquisa Fapesp, n. 145.

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